sexta-feira, 28 de abril de 2006

Aspirações


Se um dia encontrar um caminho que me permita ultrapassar todos os meus medos e me traga de volta a casa mais realizado, então atingi uma aspiração do meu desenvolvimento pessoal, nomeadamente a da componente profissional que complementa a realização pessoal concretizada em grande parte pela felicidade das relações pessoais.



Anseio por explorar a felicidade que já será uma consequência de concretizar objectivos que sejam marcos para a vida, trabalhando o tiver que ser para os alcançar com toda a harmonia que seja possível.
Quero no futuro descobrir um modo de estar tranquilo com o que me rodeia; abrir as portas e conhecer o mundo.



A felicidade está ao alcance de pequenos passos no dia a dia que no seu conjunto alcançam objectivos que alteram o curso da vida, e fazem sentir que as aspirações de uma vida feliz não foram em vão.

domingo, 16 de abril de 2006

Chocolate na Páscoa

É nos ovinhos, ovos gigantes, em amêndoas, passas, pinhões e sei lá que mais... por tempos da Páscoa o chocolate assume pelo menos o controle das guloseimas!


Para quem ainda não goste de chocolate (como é que é possível!?), tenha pressa em habituar-se, com a tendência de se transformar estas épocas tradicionais de grande relevância religiosa e até histórica em «meros festejos» familiares assentes apenas na oportunidade conjugada de férias com consumismo, não estará muito longe o tempo em que quem não tenha, em tempos da Páscoa, um coelho-da-páscoa (note-se que é de chocolate, claro!) sentir-se-à socialmente diminuído!


No caso do Natal, é também uma época tradicional do bolo-rei, veja-se o que encontramos mais aproximado e correspondente em dias de Páscoa(!?)... seria o folar mas é com maior facilidade que adquirimos bolos de chocolate com cobertura de chocolate!!
De modo mais claro, veja-se um paralelo com a «obrigação social» de no Natal em cada casa haver uma árvore-de-natal cheia de efeitos e até com alguns pais-natal de chocolate pendurados (isto é incontrolável, pois também está por pouco tempo quem seja discriminado por não ter um pai natal de chocolate no Natal, apenas a abundância de efeitos luminosos e diversidade de doces tem atrasado o domínio do chocolate, em forma de imagem já forte e estabelecida do pai natal, nessa época festiva). Claro que na Páscoa são os ovos gigantes de chocolate que só lhes fica a faltar as luzinhas coloridas para assumirem o papel da «árvore-de-páscoa».
Pela tradição um forte simbolismo do natal é o presépio que representa o nascimento de Jesus e que é cada vez mais é substituído pelo pai-natal (que em forma de chocolate não representa mais do que uma boa guloseima). No caso da Páscoa o mais forte simbolismo vem de Jesus ressuscitado representado pela cruz, mas o que nos salta à vista em todas as casas são os coelhos ou ovos-da-páscoa.


Não haja confusões com a minha ironia e exagero, pois não me escandaliza nem sou nada contra o marketing quer do chocolate quer do pai natal, porque assim também se satisfaz mais gente inclusive as crianças que se deliciam com os presentes de Natal e da Páscoa. Quem quer viver a Páscoa (ou igualmente no caso Natal) apenas no sentido tradicional religioso é uma opção de entrega de cada pessoa que admiro mas que a meu ver só fará sentido se também respeitar quem conjuga, ou opte por, diferentes modos de viver nesta época festiva.


O importante é procurar-se ser feliz, porque se acredita que Jesus ressuscitou, ou também porque se tem em casa um festinha bem agradável sabendo que há chocolate por todo o lado! Viva o coelho da Páscoa porque ele é bom (de saborear)!

sexta-feira, 14 de abril de 2006

Humildade e Coragem

No caminho que se percorre no dia à dia existem sempre simples obstáculos que na maioria dos casos nem se dá conta. Mas se não se dá importância às coisas simples, corre-se o risco de desprezá-las e de deixar algumas por fazer.


A realização pessoal e profissional é feita de um conjunto de metas que só são ultrapassadas com a humildade de dar importância e concretizar simples tarefas chave no dia à dia.


O percurso que se apresenta pela frente é feito de barreiras, mas é por já ter ultrapassado algumas que o horizonte se torna mais nítido. Adquire-se coragem para ultrapassar outras barreiras, algumas até maiores, e fica-se cada vez mais perto da meta.


Espero ter, em cada dia que passa, a humildade e coragem suficientes para ser feliz!!

sexta-feira, 31 de março de 2006

Ânimo

Fases de maior ou de menor ânimo, por ambas se pode esperar que aconteçam em cada dia que passa...


Todos temos os nossos objectivos, quer de âmbito profissional, quer no âmbito das relações pessoais. Para ir concretizando esses objectivos deve-se procurar ânimo para que todo o esforço empregue em prol das próximas metas seja profícuo.


Às vezes fica-se demasiado tempo em momentos de um comodismo pouco saudável que deve ser rapidamente assimilado para que seja deixado para trás, pois normalmente estes momentos são inimigos dos desafios a que nos propomos. Esta inércia do "baixar dos braços" mantém-nos afastados da realidade e das metas estabelecidas pelos objectivos pessoais.


Quando se depara com um acontecimento de felicidade e se chega a metas delineadas, verifica-se que se percorreu um caminho de esforço e motivação constante.


A recompensa do esforço pelo agarrar de ânimo no dia a dia será enorme, e a vida bastante mais feliz e compensadora!!

quinta-feira, 23 de março de 2006

Sonhos

Hoje, quando acordei estava ainda entre um sonho e a realidade. E por isso comecei por questionar-me se estava mesmo acordado, sem certeza que controlava os meus movimentos mais parecia que estava apenas a assistir ao meu acordar.


O caminho dos meus sonhos é coincidente com as minhas ambições o que corresponde a uma atmosfera de exigência saudável sobre o modo de vida. Conto com um sereno e sustentável céu azul que desejo que apareça com insistência no dia a dia, e me dê a satisfação de percorrer a lista de novos objectivos estabelecidos.


Depois de acordar respiro bem fundo e começo por delinear o que pretendo para o dia que começa. É uma escolha individual que não coincide com a de mais ninguém, apenas pode e seria óptimo que fosse compatível com quem me rodeia e gosta de me ver feliz.


Vale mesmo a pena sonhar se podermos partilhar os sonhos, desejos e ambições, concretizando-os de uma forma justa!

sábado, 18 de março de 2006

Nos bolsos trago de tudo

Nos bolsos trago de tudo; nos tempos de criança até pequenos animais e lama, muita lama; hoje são os cartões, o telemóvel, chaves e alguns trocos no bolso mais pequeno para dar ao arrumador. Ainda assim, quando alguém por perto tira algo do bolso, olho e fico curioso como se fosse um mágico a tirar algo de surpreendente da cartola.


Os textos que aqui publico poderia levá-los comigo nos bolsos, mas não os levarei. É então por este meio que os partilharei, nesta forma de bolsa electrónica do imaginário, para que não fiquem guardados apenas para mim e assim não acabe eu de bolsos cheios de ficção!


Agora é só respirar fundo e publicar!!