Nos bolsos trago de tudo; nos tempos de criança até pequenos animais e lama, muita lama; hoje são os cartões, o telemóvel, chaves e alguns trocos no bolso mais pequeno para dar ao arrumador. Ainda assim, quando alguém por perto tira algo do bolso, olho e fico curioso como se fosse um mágico a tirar algo de surpreendente da cartola.
Os textos que aqui publico poderia levá-los comigo nos bolsos, mas não os levarei. É então por este meio que os partilharei, nesta forma de bolsa electrónica do imaginário, para que não fiquem guardados apenas para mim e assim não acabe eu de bolsos cheios de ficção!
Agora é só respirar fundo e publicar!!
1 comentário:
Amigo Sardinha!
É com muito orgulho e satisfação que felicito a tua magia de desnudar bolsos :)
Por breves momentos senti saudades de um puto que conheci numa foto e com o qual, apesar de não ter brincado em criança, me divirto bastante.Parabéns!
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