sexta-feira, 31 de março de 2006

Ânimo

Fases de maior ou de menor ânimo, por ambas se pode esperar que aconteçam em cada dia que passa...


Todos temos os nossos objectivos, quer de âmbito profissional, quer no âmbito das relações pessoais. Para ir concretizando esses objectivos deve-se procurar ânimo para que todo o esforço empregue em prol das próximas metas seja profícuo.


Às vezes fica-se demasiado tempo em momentos de um comodismo pouco saudável que deve ser rapidamente assimilado para que seja deixado para trás, pois normalmente estes momentos são inimigos dos desafios a que nos propomos. Esta inércia do "baixar dos braços" mantém-nos afastados da realidade e das metas estabelecidas pelos objectivos pessoais.


Quando se depara com um acontecimento de felicidade e se chega a metas delineadas, verifica-se que se percorreu um caminho de esforço e motivação constante.


A recompensa do esforço pelo agarrar de ânimo no dia a dia será enorme, e a vida bastante mais feliz e compensadora!!

quinta-feira, 23 de março de 2006

Sonhos

Hoje, quando acordei estava ainda entre um sonho e a realidade. E por isso comecei por questionar-me se estava mesmo acordado, sem certeza que controlava os meus movimentos mais parecia que estava apenas a assistir ao meu acordar.


O caminho dos meus sonhos é coincidente com as minhas ambições o que corresponde a uma atmosfera de exigência saudável sobre o modo de vida. Conto com um sereno e sustentável céu azul que desejo que apareça com insistência no dia a dia, e me dê a satisfação de percorrer a lista de novos objectivos estabelecidos.


Depois de acordar respiro bem fundo e começo por delinear o que pretendo para o dia que começa. É uma escolha individual que não coincide com a de mais ninguém, apenas pode e seria óptimo que fosse compatível com quem me rodeia e gosta de me ver feliz.


Vale mesmo a pena sonhar se podermos partilhar os sonhos, desejos e ambições, concretizando-os de uma forma justa!

sábado, 18 de março de 2006

Nos bolsos trago de tudo

Nos bolsos trago de tudo; nos tempos de criança até pequenos animais e lama, muita lama; hoje são os cartões, o telemóvel, chaves e alguns trocos no bolso mais pequeno para dar ao arrumador. Ainda assim, quando alguém por perto tira algo do bolso, olho e fico curioso como se fosse um mágico a tirar algo de surpreendente da cartola.


Os textos que aqui publico poderia levá-los comigo nos bolsos, mas não os levarei. É então por este meio que os partilharei, nesta forma de bolsa electrónica do imaginário, para que não fiquem guardados apenas para mim e assim não acabe eu de bolsos cheios de ficção!


Agora é só respirar fundo e publicar!!